O xadrez empreendedor

O tabuleiro está preparado. As peças postas e você disposto. Colocou
na cabeça que vai abrir um negócio. Seu objetivo é conseguir ganhar o
jogo. Mas até agora, você ainda não mexeu nenhuma peça. E só de
sonho, o cheque mate não vem. Você precisa dar o primeiro passo. É só você começar a andar e você verá que há inimigos pela frente. É o outro lado do tabuleiro. Nele estão seus medos, seus concorrentes, o mercado instável, o ócio…
Agora, você olha pro lado. Defina quem são seus parceiros, construa sua equipe.

Mas como saber qual peça mexer?
Muitas pessoas entram no mundo dos negócios com objetivos lindos, mas
utópicos. É querer ganhar no xadrez só movimentando peças sem pensar
no que está fazendo. É preciso definir metas, estratégias de jogo. Lembrem-se que há vários livros ensinando jogadas clássicas no xadrez e passos de empreendedores bem sucedidos. Você pode se inspirar, mas o seu jogo é único.

Errei, e agora? Desisto e vou jogar vídeo-game?
O erro é muitas vezes associado a derrota. Mas deve ser visto como
elemento de aprendizagem. Não há certo e errado. Há jogadas que trazem benefícios no presente e outras que podem trazer no futuro. Mudar a concepção e não desistir,
são fundamentais para o sucesso.

Outro ponto relevante que as pessoas confundem é a diferença entre
perder e abdicar em prol de conquistas maiores. No xadrez, muitas
vezes sacrificamos peças menores para conseguir comer uma outra mais
importante como a torre, rainha ou até o rei dando xeque-mate. No
mundo dos negócios, também é assim. Vive-se de escolhas o tempo todo.

Muitos empreendedores se deixam levar pelas conquistas iniciais e são
vencidos pelo comodismo, ócio ou a superação. Lembre-se que negócios vêm do
latim “negar o ócio”.

No mundo do empreendedorismo, vocês passarão por muitos tabuleiros de
xadrez. Analisar adversários, planejar estratégias e elaborar
reflexões sobre cada jogada é necessário em todos os jogos. São
muitos xeques-mates que tem que ser dados. É cansativo mas é
recompensador. Preparemos as peças, respiremos fundo e boa sorte.

artigo de Luiz Cezar Oliveira Marinho

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Uma resposta

  1. Show de bola essa analogia!

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