Cai burocracia para abrir empresas, diz pesquisa

vuelvamanana1Caiu de 152 para 20 dias o tempo médio para abertura de empresas no Brasil.
É o que mostra levantamento feito pelo Sebrae e que aponta Maceió como o local onde é mais fácil abrir um negócio, com três dias para expedição de alvará definitivo, tanto para atividades de baixo risco quanto de alto risco. Em Petrópolis (RJ), Porto Velho e mais nove municípios de Rondônia, o alvará provisório para os negócios de baixo risco sai em apenas dois dias, sendo que para os de alto risco, em Petrópolis, sai entre 10 e 15 dias, e os outros em até 90.

Já o local onde é mais demorado abrir uma empresa é Salvador. Lá, o empreendedor pode levar até seis meses para conseguir o documento, seja qual for a atividade. A capital baiana é seguida por Recife, que gasta 45 dias para liberar o funcionamento das atividades de baixo risco. Para as de alto risco, além da Bahia e Pernambuco, a demora está principalmente nos estados do Amazonas, Amapá, Ceará, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará e Rondônia. Neles, esse prazo pode chegar a até três meses. Continue lendo

Empreendedor não aprende com fracasso

Se na primeira vez você não for bem-sucedido, pouco importa ter tentado. Essa parece ser a mensagem de um estudo preliminar preparado por uma equipe da Harvard Business School.

O estudo revelou que, quando se trata de empreendedorismo apoiado em risco, a única experiência que conta é o sucesso.

“Os dados são absolutamente claros”, diz Paul A. Gompers, professor de administração de empresas e um dos autores do estudo. “O fracasso engendrará um novo conhecimento ou experiência que poderá ser alavancado em desempenho na segunda vez?” ele pergunta. Em alguns casos, sim, mas em geral, diz ele, “descobrimos que não há nenhum benefício em termos de desempenho”. O estudo analisou milhares de companhias respaldadas por capital de risco de 1986 a 2003. Continue lendo

Prêmio Faz Diferença

O GLOBO entrega na noite desta quarta, em festa no Hotel Copacabana Palace, o Prêmio Faz Diferença, uma homenagem do jornal aos brasileiros que mais contribuíram para transformar o Brasil, já na sua sexta edição.

Paulo Veras, conselheiro do Instituto Endeavor, organização que lidera o movimento Bota Pra Fazer e que promoveu a Semana Global do Empreendedorismo, foi o premiado na categoria ‘Economia’.

pveras

Receberão o Faz Diferença as 15 pessoas ou instituições que mais se destacaram nas páginas do jornal em suas respectivas áreas. Elas foram escolhidas por um júri formado por jornalistas, vencedores do ano anterior e pela soma do voto popular através do GLOBO na internet, a partir de listas tríplices feitas pela equipe de cada uma das editorias.

Alice Alves

Afroreggae recebe visita do Fábio Barbosa e Milú Villela

Esta semana foi pra lá de agitada para o Afroreggae. Diversas apresentações (uma mais emocionante que a outra), mostrando todo o empenho de jovens da periferia que Botam Pra Fazer! As fotos abaixo retratam a superação em cada um, a vontade de fazer mais e melhor, o sonho grande e o trabalho duro que fazem para alcançarem o que querem.

Mais atitude empreendedora, impossível.
Para conferir todas as fotos entre em nosso Flickr: http://www.flickr.com/photos/botaprafazer/sets/72157615715823673/

Lud Figueiredo

Afroreggae por você.

Afroreggae por você.

Afroreggae por você.

Afroreggae por você.

Afroreggae por você.

 

Jovens empreendedores – o futuro do país

boxUma iniciativa muito legal. Estudantes brasileiros dos 27 estados e de outros três países da América Latina apresentaram nos dias 17, 18 e 19 de março projetos científicos na Feira Brasileira de Ciência e Engenharia (FEBRACE). Hoje e amanhã acontecem as cerimônias de premiação. E os projetos não ficam só no papel, tem muitos sendo patenteados e implementados.

Veja o que saiu no Jornal Nacional.

Alice Alves

BPF Debates. Cazé, Edney e Bob Wollheim

Nesta quarta (18/março) aconteceu no auditório do Ibmec São Paulo o primeiro Bota Pra Fazer Debates. Vejas as fotos =)

E fique ligado para não perder os próximos.

Alice Alves

Lições do Vale do Silício em época de crise

 

A crise financeira global tem tomado quase todo o espaço do jornalismo econômico nos últimos meses. Agora, já não há dúvidas de que a economia real será mesmo contaminada, mas ninguém sabe ao certo por quanto tempo ou com que profundidade.

Há entretanto uma unanimidade curiosa para a história do Brasil: seremos menos afetados do que os países desenvolvidos. Temos boas reservas em dólar, boa demanda no mercado interno e nossas instituições financeiras estavam pouco expostas aos títulos que geraram o início dos problemas lá fora. Embora possa parecer loucura para qualquer brasileiro que tenha mais de 30 anos de idade, o Brasil vive um momento muito mais sólido em todos seus fundamentos econômicos. É claro que não estamos imunes à uma recessão global. Mas este contexto pode apresentar a maior oportunidade da história de inúmeras empresas brasileiras.

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