Nova lei confere cidadania a empreendedor informal

A Lei do Microempreendedor Individual, que entra em vigor a partir de 1° de julho, é boa para empreendedores e governantes, defende o ministro José Pimentel.

Um dos principais defensores da Lei do Microempreendedor Individual (MEI) na Câmara dos Deputados e também à frente do Ministério da Previdência, o ministro José Pimentel garante: o MEI é bom para empreendedores e governantes.

Por que um informal deve aderir ao MEI?
Ministro – A primeira vantagem é que ele e sua família passam a ser protegidos pela Previdência Social. Além de formalizar o negócio com isenção dos impostos federais, terá direito à aposentadoria, salário-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, e, se falecer, a família terá direito à pensão por morte. Continue lendo

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Lei do Bem: poucas empresas se utilizam dos incentivos fiscais

90876-179A Lei do Bem (nº 11.196, de 21 de novembro de 2005) prevê incentivos fiscais a empresas que desenvolverem inovações tecnológicas, quer na concepção de produtos quer no processo de fabricação e/ou agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo.

No entanto, mesmo com o aumento significativo no número de empresas beneficiadas pela lei, os resultados revelam que poucos empresários conhecem e se utilizam de seus dispositivos legais.

Calcula-se que somente 321 empresas são beneficiadas pela Lei do Bem frente às 3 mil que seriam necessárias atualmente.

COMO USAR A LEI

Na lista de beneficiárias, há empresas de setores e portes variados, desde uma pequena fábrica de calçados até gigantes como Ambev e Alcoa. Do setor de serviços, um exemplo é a Contax, do segmento de call center.

Para se utilizar da lei, é necessário instalar na empresa um programa de inovação, com projetos eficazes. Empresas grandes chegam a tocar 400 projetos de inovação por ano. Organizações de pequeno porte conseguem levar 30 projetos por ano.

FONTE
Infomoney